Marcação inicial: incisão a ser realizada. O tamanho da incisão a ser feita varia de paciente para paciente, a depender do excedente cutâneo existente. A cicatriz resultante tentará ser posicionada em dobras naturais, o mais baixo possível.
Através da incisão anteriormente demonstrada, realiza-se o descolamento da pele e gordura acima do plano da musculatura abdominal e superiormente até bem próximo da região das mamas . A pele da região umbilical é preservada e o restante da pele que se situa abaixo da cicatriz umbilical será totalmente ressecada.
Figura demonstrando todo o descolamento da pele e gordura abdominal previamente à confecção de pontos entre os dois músculos reto-abdominais.
Realiza-se a correção da diástase (separação que ocorre normalmente após uma gravidez) dos músculos reto-abdominais, através de vários pontos.
Figura demonstrando todo o descolamento da pele e gordura abdominal e a confecção de pontos entre os dois músculos reto-abdominais, o que proporciona afinar ainda mais a cintura e “enrijecer” o plano muscular abdominal.
Após o descolamento e a reaproximação da musculatura dos retos abdominais, o excedente de pele e gordura é retirado e a pele é trazida para baixo. Um novo orifício é feito na pele que é trazida para baixo e suturado ao remanescente do umbigo prévio.
Colocam-se 2 drenos abaixo da pele, que coletarão todo tipo de secreção que se acumula normalmente após tal procedimento. Os drenos permanecem entre 2 a 7 dias, a depender de cada caso.
Curativos são feitos e trocados em dias pré-estabelecidos ou ainda conforme a necessidade.
Uma cinta abdominal é colocada e preconiza-se seu uso nos primeiros 2 meses de pós-operatório.
Resultado final obtido: o excedente cutâneo e gorduroso que ficava abaixo da região umbilical foi todo removido, trazendo benefícios evidentes ao contorno corporal.
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